sexta-feira, 25 de novembro de 2016



RECEITA PARA FAZER UM AMIGO

Um coração bem passado,
q.b. de ajuda e de ternura!

Dois litros de verdade e sinceridade,
Um pacote de simpatia!
Um quilo de paciência
Um frasco de diversão!

Quatro caixas de bolachas coloridas,
Uma nuvem de curiosidade
Uma garrafa de brincadeira!

Coze a boa temperatura
EIS UM AMIGO!

Gabriel Alves Medeiros (Aluno do 3º ano da escola EB1/JI de S. Bento da Batalha)

10 novembro 2016
RECEITA PARA FAZER UMA PROFESSORA

Quantos quilos de paciência,
Um sapato de beleza,
Um balde de sabedoria
Um armário de perdão,
Um quilo de amargura
Amanhã a professora já está bem dura!
Uma colherada de alegria
Que moemos com um garfo!
Um saco de fantasia,
Uma mansão de livros,
Já está a professora
Serve-se com uma bolacha de beijos!

Santo Tirso , 10 de novembro de 2016
Letícia Sofia Viana Pereira

RECEITA PARA FAZER UMA PROFESSORA

Uma piscina de paciência;
Um campo de respeito.
Uma janela de alegria
Uma chávena de sinceridade,
Um copo de perdão
Um quarteirão de paixão.

Uma pitada de amargura!
Um livro de curiosidade!
Um prato de ternura!
Um jardim de beleza!
Uma espátula de poesia!

por Francisco Camões Lopes
10 de novembro 2016

RECEITA PARA FAZER UMA PROFESSORA
Juntamos paciência e alegria
Que vai dar um
Aquário de sabedoria
Com a sabedoria
Que nós temos
Podemos coze-la com alegria!
Vamos buscar um enorme
coração
que vai juntar à
paixão!
Na mala da professora
é que lá está o perdão!
Com três colheradas
De respeito
Se cozermos
Dá-mos lágrimas de alegria!
Já que a sua beleza é imensa
Até eu ganho uma doença!
A minha professora é como
Mais nenhuma
Até a sua casa
está cheia de ternura!
O seu coração é imenso
Cheia dos seus alunos
Não quando eles se portam mal, ela fica
Em fúria!
É assim que se faz
Uma bela professora
Cheia de carinho
Muita inteligência!

Pelo Gabriel Machado Carneiro

10 novembro 2016

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

AS MULHERES

A violência contra as mulheres é um fenómeno complexo e multidimensional, que atravessa classes sociais, idades e regiões, e tem contado com reacções de não reacção e passividade por parte das mulheres, colocando-as na procura de soluções informais e/ou conformistas, tendo sido muita a relutância em levar este tipo de conflitos para o espaço público, onde durante muito tempo foram silenciados.
A reacção de cada mulher à sua situação de vitimação é única. Estas reacções devem ser encaradas como mecanismos de sobrevivência psicológica que, cada uma, acciona de maneira diferente para suportar a vitimação.

Muitas mulheres não consideram os maus-tratos a que são sujeitas, o sequestro, o dano, a injúria, a difamação ou a coacção sexual e a violação por parte dos cônjuges ou companheiros como crimes.

As mulheres encontram-se, na maior parte dos casos, em situações de violência doméstica pelo domínio e controlo que os seus agressores exercem sobre elas através de variadíssimos mecanismos, tais como: isolamento relacional; o exercício de violência física e psicológica; a intimidação; o domínio económico, entre outros.
A violência doméstica não pode ser vista como um destino que a mulher tem que aceitar passivamente. O destino sobre a sua própria vida pertence-lhe, deve ser ela a decidi-lo, sem ter que aceitar resignadamente a violência que não a realiza enquanto pessoa.

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